EncantariaAcervo vivo

Os guardiõesAncestrais

O acervo vivo da mitologia brasileira: o causo como ele é contado, um arcade que se alimenta dele e uma API aberta para o mundo inteiro.

Nota sobre Contas e Login: Para usar o módulo Arcade e guardar sua coleção de cartas, o Encantaria utiliza o Login com o Google para identificar e salvar o seu progresso de forma segura.
Entidades
85
Biomas
6
Idiomas
3
Boitatá, Curupira e Caipora reunidos na mata
Ensinamentos preservados pela tradição oral dos povos indígenas, afro-brasileiros e comunidades ribeirinhas.

QUEM SÃO OS
ENCANTADOS?

Os guardiões não são personagens inventados: são avisos antigos sobre a floresta, o rio e o fogo, contados de boca em boca por séculos.

RAÍZES ANCESTRAIS
Cada ficha traz origem étnica, bioma, elemento e as fontes históricas do causo.
VOZ E MEMÓRIA
Narração imersiva em PT, EN e ES, com ambientação sonora de floresta.
85 ENTIDADES EM 6 BIOMAS
Do Curupira amazônico à Alamoa do litoral, com variações regionais e mitos equivalentes pelo mundo.
ELES NÃO SÃO DOCES. E NÃO PERDOAM QUEM MALTRATA A MATA.

LENDAS EM AÇÃO

Jogos feitos com o próprio acervo: as entidades que você lê no folclorário são as peças com que se joga.

ENTRE NO RITUAL

Três modos de jogo. Desafios de lógica, sobrevivência e memória. Prove seu valor e acumule Pontos de Brasa.

Para salvar seu progresso e as cartas conquistadas, o Encantaria solicita o login com sua conta do Google de forma transparente.

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A coleção

TODO JOGO RENDE UMA CARTA

Cada entidade do folclorário pode virar carta de mesa — com raridade própria, diferente da raridade da lenda. Funda cópias repetidas na forja e os atributos sobem. Toda carta ganha um código só dela, que prova de quem é sem precisar de conta.

Boiúna
Catálogo completo e ilustrações exclusivas das maiores lendas do Brasil, totalmente abertas para exploração.
ACERVO
LENDÁRIA
[ VER COLEÇÃO ➔ ]

Memória, território e resistência

As lendas não nasceram para entreter.Elas nasceram para defender a terra e o nosso povo.

Este acervo não é um museu de fábulas inofensivas. Onde a história oficial tentou queimar, silenciar e descredibilizar, a tradição oral construiu uma trincheira de resistência cultural e espiritual.

Durante séculos de violência sistemática, os povos originários, as comunidades quilombolas, ribeirinhas e sertanejas transformaram a palavra falada em arma e escudo. Cada narrativa sobre as matas e as águas carrega uma cosmovisão que a colonização não conseguiu destruir: a de que a terra não nos pertence, nós pertencemos a ela.

  • Aos povos originários e quilombolas: que mantiveram vivos os espíritos guardiões para proteger a floresta e afirmar sua liberdade.
  • Aos mestres da oralidade, ribeirinhos e sertanejos: que guardaram na memória e ao redor do fogo a história que os livros oficiais apagaram.
  • Aos pajés, griôs e anciãos: que transformaram a sabedoria ancestral no código ético da nossa sobrevivência.

Não tratamos estas narrativas como folclore infantilizado. Este acervo é apenas a guarda técnica e reverente de vozes soberanas. Aqui, tratamos cada história com a dignidade, o peso e o respeito que povos inteiros lutaram para preservar.